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O Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM) completa, em 2017, 50 anos de atividades em C&T&I, tendo sido pioneiro no desenvolvimento de pesquisas em metalurgia e materiais no país bem como na formação de mestres e doutores nessas áreas. O PEMM, criado formalmente em 1967 pelo Prof. Emérito Walter Arno Mannheimer, foi um dos primeiros Programas da COPPE/UFRJ. Esta, por sua vez, foi estabelecida em 1963, fruto da iniciativa pioneira do Prof. Alberto Luiz Coimbra, que desde 1962 já vislumbrava cursos de mestrado e doutorado aliados a um corpo docente em dedicação exclusiva, objetivando a modernização da pós-graduação na UFRJ e no Brasil.

Em 1987 houve a fusão entre o PEMM e o Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (DMM), hoje responsável pelos cursos de graduação em Engenharia Metalúrgica e Engenharia de Materiais da UFRJ, sendo que o Departamento/Programa passou a ser gerenciado por um único Chefe/Coordenador. O DMM na UFRJ é bem antigo, sendo originário de uma disciplina de Metalografia, provavelmente remontando a década de 1920. Os dois primeiros metalurgistas colaram grau em 1935. O Departamento funcionou no prédio da antiga Escola do Largo de São Francisco e sua mudança para Ilha do Fundão coincidiu com a criação do Programa de Engenharia Metalúrgica da COPPE, que posteriormente veio a receber a denominação atual de Programa de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PEMM). Desde sua criação, o corpo docente foi responsável pela formação de número expressivo de profissionais de alta capacitação, tanto em nível de graduação como de pós-graduação. Muitos profissionais de grande destaque no cenário nacional e até internacional na área tiveram a sua formação, completa ou parcial dentro do PEMM/DMM. Além disso, diversos desses egressos tiveram um papel importante na nucleação e/ou consolidação de programas de pós-graduação e grupos de pesquisa em diferentes partes do país e em muitas instituições de América Latina. Além da formação de profissionais, o PEMM se destaca também pela ampla inserção internacional, com vários projetos de cooperação com diferentes países e, principalmente pela interação com o setor produtivo. Essa interação, que se insere na própria filosofia da criação da COPPE na década de 1960, e que conta com o apoio da Fundação COPPETEC, tem garantido ao corpo docente do PEMM uma extensa e frutífera atuação em Engenharia. Mais do que isso, essa inserção também se reflete positivamente nos temas de projetos e teses em andamento, diversos dos quais financiados por projetos realizados com a indústria. Essa combinação coloca mestrandos e doutorandos em uma condição privilegiada, pois permite tanto a inserção eficiente de nossos egressos no mercado de trabalho, quanto o aperfeiçoamento técnico e o treinamento em pesquisa avançada de alunos oriundos do setor produtivo.

 

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